Rodrigo Robleño.

Rodrigo Robleño foi paulista e paulistano de nascimento, mas é mineiro desde os 10 anos de idade. Conheceu suas duas paixões de vida - escotismo e teatro - ao mesmo tempo, aos 12 anos. Depois do teatro amador, profissionalizou-se pelo Teatro Universitário da UFMG, em 1990. Nessa época, decidiu-se pelo caminho artístico, principalmente teatro de rua, circo-teatro, bonecos e, é claro, palhaço.

Os caminhos artísticos.

Para sobreviver de arte, em nosso país, é quase que obrigatório fazer de tudo. Assim, Rodrigo Robleño é professor, autor, diretor, ator e performer. Trabalha principalmente como palhaço, seu trabalho mais conhecido. Escreve roteiros para teatro, curta-metragens e TV. Realiza palestras, cursos e vivências corporativas, ligadas ao RH de empresas e entidades do Terceiro Setor. Dirigiu vários espetáculos de teatro de rua, bonecos e palhaços. Dá aulas de circo-teatro, teatro de rua e palhaço.

Entre as companhias com as quais já trabalhou podemos destacar o Cirque du Soleil, no espetáculo Varekai, e o Armatrux, com teatro e videos educativos.

 

Costuma trabalhar para festivais, grupos de teatro e empresas, com espetáculos e cursos específicos. Também é curador, organizador e produtor de diferentes eventos, como festivais etc.

Seu outro caminho é a luta por um mundo melhor, uma cidadania mais ativa e a educação ambiental. Essa vertente é representada pelo escotismo, movimento infanto-juvenil no qual acredita e que procura divulgar e ajudar sempre que possível. Entre seus objetivos de vida, está a criação do "Museu Escoteiro" para o qual já conta com um dos mais importantes acervos do país.

Com a palavra...

“Gostaria que o ser humano estivesse lutando em prol da humanidade. Não só nós, artistas, pois esse papel não é só nosso. Que a gente visse o planeta como um lar e que não tivesse tanta coisa ruim para o palhaço denunciar. Não me importaria de perder o meu emprego se o mundo fosse mais interessante para as pessoas...”

Rodrigo Robleño

 

Meus dois caminhos...

A Arte...

Aos 12 anos fiz meu primeiro curso de teatro. Aos 14, comecei no teatro amador, em Betim. Aos 21, ingressei no Teatro Universitário da UFMG, onde conheci a linguagem do clown, posteriormente me especializando nela. Passei chapéu nas ruas da Espanha e, anos depois, voltei com a turnê mundial de Varekai, do Cirque du Soleil. O público é meu grande mestre, e meu alento para seguir em frente...

O Escotismo...

Ingressei no Escotismo aos 12 anos, em Madri. Aos 14, fui o principal articulador da fundação do primeiro grupo escoteiro da cidade de Betim, o Olave Saint Clair. Fui "chefe escoteiro" em diferentes grupos e hoje possuo uma das mais importantes coleções com temática escoteira do Brasil. Meu objetivo é criar o "Museu Escoteiro" e, com ele, realizar atividades que promovam a cidadania ativa, a educação ambiental e, com isso, um mundo melhor.

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